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Agenda de Junho, mês da alegria e do encontro

Ideias para a criação de conteúdo paroquial

Unidos ao Papa Francisco pelos fogem de seu país 

Nas intenções de oração para o mês de junho, o Papa Francisco reza por aqueles que são obrigados a deixar seu país e destaca o drama vivido pelas pessoas forçadas a abandonar sua terra natal, fugindo de guerras ou da pobreza. Para o pontífice, é importante “promover uma cultura social e política que proteja os direitos e a dignidade do migrante, que os promova em suas possibilidades de desenvolvimento, e que os integre: “a um migrante temos que o acompanhar, promover e integrar”.

“Rezemos para que os migrantes que fogem das guerras ou da fome, obrigados a viagens repletas de perigos e violência, encontrem aceitação e novas oportunidades de vida.”

Confira o vídeo com a intenção do Papa

A intenção de oração do Papa se insere no contexto de celebração do Dia Mundial do Refugiado, data internacional estabelecida pelas Nações Unidas, no dia 20 de junho. Este dia é dedicado a celebrar a força, a coragem e a resiliência daqueles que foram forçados a abandonar seus lares e países de origem devido a conflitos, perseguições, violência ou violação dos direitos humanos. 

Além de prestar homenagem aos refugiados, o Dia Mundial do Refugiado também serve para aumentar a conscientização global sobre as suas condições de vida e os desafios que enfrentam diariamente. Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (UNHCF), durante o ano de 2023 mais de 110 milhões de pessoas foram deslocadas à força em todo o mundo. 

 

Dia da Imprensa – A importância do combate das Fake News e Jornalismo 

Comunicar a Boa Notícia para a construção da paz

O Dia da Imprensa, celebrado em 1º de junho no Brasil, é uma oportunidade para refletir sobre o papel crucial da mídia na sociedade. Em tempos em que cresce exponencialmente a disseminação de fake news. O combate à desinformação e a promoção do jornalismo de paz tornam-se mais importantes do que nunca. 

O Papa Francisco, em suas mensagens, destaca que “o drama da desinformação é o descrédito do outro, a sua representação como inimigo, chegando-se a uma demonização que pode fomentar conflitos. Deste modo, as notícias falsas revelam a presença de atitudes simultaneamente intolerantes e hipersensíveis, cujo único resultado é o risco de se dilatar a arrogância e o ódio” (Mensagem para o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2018).

Francisco sugere o jornalismo de paz como alternativa para abordar os conflitos com uma perspectiva construtiva, promovendo o diálogo e a compreensão. “Por isso desejo convidar a que se promova um jornalismo de paz, sem entender, com esta expressão, um jornalismo ‘bonzinho’, que negue a existência de problemas graves e assuma tons melífluos. Pelo contrário, penso num jornalismo sem fingimentos, hostil às falsidades, a slogans sensacionais e a declarações bombásticas; um jornalismo feito por pessoas para as pessoas e considerado como serviço a todas as pessoas, especialmente àquelas – e no mundo, são a maioria – que não têm voz; um jornalismo que não se limite a queimar notícias, mas se comprometa na busca das causas reais dos conflitos, para favorecer a sua compreensão das raízes e a sua superação através do aviamento de processos virtuosos; um jornalismo empenhado a indicar soluções alternativas às escalation do clamor e da violência verbal” (Mensagem para o 52º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2018).

Neste Dia da Imprensa, é fundamental reconhecer a importância de práticas jornalísticas responsáveis, como a verificação rigorosa das fontes e a educação midiática. O Papa Francisco, na mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2017, enfatiza que “a boa notícia é o próprio Jesus”. Celebrar a imprensa é também renovar o compromisso com um jornalismo ético, que informe com precisão e promova a paz social.

Por Felipe Padilha

 

Dia Mundial do Meio Ambiente

Cuidar da casa comum é um ato de salvação para todos os seres vivos!

De forma impactante temos acompanhado os acontecimentos climáticos no Rio Grande no Sul. São semanas de perdas de vidas, de memórias, de recordações, de estruturas físicas e até psicológicas. Absurdamente também acompanhamos vários discursos sobre as enchentes naquela região, são falas desprovidas de inteligência capazes de afirmar: “Enchentes acontecem porque o Estado tem poucas Igrejas”, já outros discursos beiraram o crime quando atribuíram a tragédia ao excesso de “terreiros de macumba”. Além de considerarmos tais aberrações publicadas em redes sociais e sites de notícias, fato é: se faz necessário apontar as principais causas e essas causas não estão ligadas a fatores religiosos. Fica a dica!

O desastre vivido pelo povo gaúcho, com as fortes chuvas, não se configura apenas como um acidente natural, mas também estamos falando de duras consequências que envolvem o desenvolvimento econômico, o processo político-institucional e a degradação e exploração dos recursos naturais. Se formos adentrar a questão estrutural, encontramos o modo capitalista que comanda o mundo e abrange os espaços no Brasil, e que intensifica as mudanças climáticas. Estamos falando da destruição da natureza com o consumo acelerado de energia e o avanço do modelo do agronegócio, a flexibilização da legislação urbana e ambiental, o crescimento imobiliário nas grandes cidades, enfim, um fator se ancora no outro. 

A crise climática não pode ser pensada sem ser associada à reprodução do capital, da economia acelerada acima de qualquer custo. Tudo isso resulta, por exemplo, na expansão da queima de combustíveis fósseis para sustentar a matriz energética e no avanço do desmatamento como formas de ampliação do agronegócio. Consegue perceber como tudo está interligado? Não existe apenas um fator para as causas da tragédia do Rio Grande do Sul, mas vários fatores levam ao que vimos e ainda vemos. 

O Papa Francisco, na encíclica Laudato Si, ressalta que “…as mudanças climáticas estão ocorrendo, bem como a evidência de que a atividade humana é o principal motor do aquecimento global. As mudanças climáticas são – atualmente – um dos principais desafios para a humanidade” (LS 25). Além disso, a encíclica destaca que os esforços existentes para reduzir as mudanças climáticas têm sido profundamente inadequados. Isso porque “…muitos daqueles que detêm mais recursos e poder econômico ou político parecem concentrar-se, sobretudo, em mascarar os problemas ou ocultar os seus sintomas” (LS 26).

Na Exortação Apostólica Laudate Deum, publicada pelo Papa Francisco em 4 de outubro de 2023 – Festa de São Francisco de Assis, o fator da crise climática global está evidente. “Por muito que se tente negá-los, escondê-los, dissimulá-los ou relativizá-los, os sinais da mudança climática impõem-se-nos de forma cada vez mais evidente. Ninguém pode ignorar que, nos últimos anos, temos assistido a fenómenos extremos, a períodos frequentes de calor anormal, seca e outros gemidos da terra que são apenas algumas expressões palpáveis duma doença silenciosa que nos afeta a todos. É verdade que nem todas as catástrofes se podem atribuir à alteração climática global. Mas é possível verificar que certas mudanças climáticas, induzidas pelo homem, aumentam significativamente a probabilidade de fenómenos extremos mais frequentes e mais intensos. Pois, sempre que a temperatura global aumenta 0,5 grau centígrado, sabe-se que aumentam também a intensidade e a frequência de fortes chuvadas e inundações nalgumas áreas, graves secas noutras, de calor extremo nalgumas regiões e fortes nevadas ainda noutras.

Por fim, comunicadoras e comunicadores, ao entrarem no assunto sobre as enchentes do Rio Grande do Sul, não se esqueçam de colocar nas redes as informações corretas e verdadeiras acerca do tema, pois é importante propor uma reflexão séria sobre as principais causas. Que tal usar a data de 05 de junho – Dia Mundial do Meio Ambiente, para propor conteúdos e publicar nas redes de sua comunidade? Uma dica é gerar um conteúdo interessante, talvez com perguntas, curiosidades, falas do Papa Francisco, orientações da Igreja, um artigo escrito por um profissional capacitado que fala sobre o assunto, perguntas e respostas feitas junto a um profissional que possa responder corretamente as questões…são inúmeras as possibilidades que podem gerar engajamento nas redes. 

Mas não se esqueçam de uma questão muito importante: quando a Igreja no Brasil (CNBB) ou (Arqui)Dioceses publica conteúdos que refletem o cuidado com a casa comum, ou seja, com o meio ambiente, é fácil encontrarmos fiéis católicos que insistem em comentar as publicações dizendo que a Igreja deve se preocupar é com a salvação das almas, ao invés de exercitar o cristianismo em prol da natureza ou do local em que vivemos, mas se esquecem que a natureza, as cidades, os bairros, os Estados, o país em que estamos só terá vida se houver conscientização. Você que age a partir de um pensamento como esse, precisa se lembrar que só está vivo e respirando, caríssimo(a), porque também há natureza ao seu redor, e é preciso exercer nosso papel de cidadão e cristão em todas as circunstâncias! 

Por Janaína Gonçalves

 

Solenidade do Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração da Bem-Aventurada Virgem Maria

Junho é um período especial para a Igreja. É o mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus. É um momento de muita devoção, reflexão e renovação espiritual e somos chamados a viver o amor maior de Jesus Cristo por cada um de seus filhos.

A solenidade do Sagrado Coração de Jesus será celebrado no dia 07 de junho e no dia 08 de junho é o dia de celebrar também o Imaculado Coração de Maria. Instituída no século 20 pelo Papa Pio 12, a memória nos faz olhar para o Coração da Mãe, que aceitou o plano de Deus e gerou o Filho do Altíssimo.

É o momento de viver a espiritualidade que as datas propõe e criar comunicações offline e online que transmitem toda devoção e reflexão que emanam dessas santas devoções.

  • Criem posts, em formato carrossel, explicando a devoção ao Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria;
  • Promovam um momento de espiritualidade para toda a paróquia, realizando um espaço de encontro e veneração;
  • Transmitam o momento pelas redes sociais;
  • Façam vídeos dos párocos falando da devoção e da importância para a Igreja.

Por Marcelo Godoy

 

O exemplo missionário de São José de Anchieta e Santo Antônio de Pádua 

Dentre os tantos modelos de santidade celebrados pela Igreja no mês de junho, encontramos São José de Anchieta e Santo Antônio de Pádua. 

São José de Anchieta, celebrado no dia 09 de junho, nasceu nas Ilhas Canárias e foi um missionário jesuíta espanhol que desempenhou um papel importante na evangelização do Brasil. Chegou ao Brasil em 1553 e rapidamente se envolveu na missão de catequizar os indígenas. 

Anchieta é conhecido por sua habilidade em aprender e utilizar as línguas nativas, especialmente o Tupi, para comunicar a mensagem cristã de maneira eficaz e respeitosa. Ele fundou colégios, ajudou na pacificação de conflitos entre colonos e indígenas, e foi um dos co-fundadores da cidade de São Paulo.

Santo Antônio de Pádua, celebrado no dia 13 de junho, nasceu em Lisboa e é um dos santos mais populares da Igreja Católica. Inicialmente um frade agostiniano, Antônio se tornou franciscano após ser inspirado pelo martírio de cinco frades em Marrocos. 

Santo Antônio  se tornou conhecido por sua eloquência como pregador e por sua profunda compreensão das Escrituras. Ele viajou por várias regiões da Itália e do sul da França para pregar o Evangelho, que atraía multidões. Como bom discípulo de Francisco de Assis, seu amor pelos pobres e necessitados era evidente em suas ações. 

O que podemos aprender destes dois grandes santos, especialmente na missão de comunicar Jesus Cristo? Tanto São José de Anchieta quanto Santo Antônio de Pádua são expressão da dimensão missionária da Igreja. Ambos dedicaram suas vidas a levar a mensagem de Cristo a diferentes povos e culturas. Anchieta cruzou o oceano e veio evangelizar no Novo Mundo, enquanto Antônio o fez em uma pátria vizinha. Suas vidas e missões são testemunhos da universalidade da mensagem cristã e do chamado a evangelizar.

Por Marcus Tullius

 

Lições de São João Batista para a comunicação 

A Natividade de São João Batista, celebrada em 24 de junho, é uma solenidade importante no calendário cristão, dada à relevância da missão daquele que é conhecido como o precursor de Jesus.

João Batista nasceu de Zacarias e Isabel, ambos de idade avançada e considerados incapazes de ter filhos. Seu nascimento foi anunciado pelo anjo Gabriel, que também previu o papel que João desempenharia na preparação do caminho para o Messias. Desde seu nascimento, João foi reconhecido como uma figura especial, destinada a anunciar a chegada de Jesus e a preparar o povo para receber o Salvador.

Partindo do Evangelho e da vida de São João Batista, podemos tomar algumas lições para a comunicação:

  1. Anúncio claro e direto (Mc 1,1-8): A vida de João Batista foi marcada por uma comunicação clara e direta. Ele não usava rodeios em suas mensagens, chamando o povo ao arrependimento e à preparação para a vinda do Messias. Na comunicação atual, a clareza e a objetividade são essenciais para transmitir a mensagem de forma eficaz.
  2. Autenticidade e coerência (Jo 1,15-28): João Batista vivia o que pregava. Sua vida de simplicidade e desapego reforçava a autenticidade de sua mensagem. Em qualquer forma de comunicação, ser autêntico e coerente com suas palavras e ações é fundamental para construir confiança e credibilidade.
  3. Adaptabilidade ao público (Jo 1,29-34): João falava ao povo de forma que todos pudessem entender, usando uma linguagem acessível e relacionando sua mensagem ao cotidiano das pessoas. Adaptar a comunicação ao público-alvo, considerando suas necessidades e contexto, é uma prática crucial para garantir que a mensagem seja bem recebida e compreendida.
  4. Coragem e verdade (Mt 3,7-12): João Batista não temia falar a verdade, mesmo quando isso significava confrontar autoridades e arriscar sua própria vida. A coragem de comunicar a verdade, mesmo em face de adversidade, é uma virtude que inspira confiança e respeito.
  5. Foco na missão (Mt 3,1-6): João sabia que sua missão era preparar o caminho para Jesus. Ele não buscava glória para si mesmo, mas direcionava a atenção para o Messias. Manter o foco na missão e nos objetivos principais é vital em qualquer estratégia de comunicação.

A Natividade de São João Batista, vista na ótica da comunicação, deve nos recordar sempre sobre a importância da mensagem do que comunicamos. Ele não anunciava a si próprio, ele sempre apontava para o Messias, o Cordeiro de Deus. O comunicador cristão é aquele que aponta sempre para Jesus e anuncia Sua mensagem com alegria! Ao seguir o exemplo de João Batista, podemos nos tornar comunicadores mais eficazes, capazes de transmitir mensagens que inspiram, educam e transformam.

Por Marcus Tullius

 

Dia do Papa e a Solenidade de São Pedro e São Paulo, Apóstolos 

“Não esqueçam de rezar por mim, a favor”

Desde 13 de março, quando foi eleito e apareceu publicamente na Basílica de São Pedro, o Papa Francisco tem pedido que rezem por ele. Um líder religioso que busca o diálogo e a paz, que reúne outros líderes eclesiais, como na vigília que antecedeu a abertura da Assembleia do Sínodo dos Bispos em 2023. Mas ele é o 266º sucessor de Pedro, o primeiro Papa. Será que a oração deve ser somente por Francisco ou também pelos seus sucessores?

No dia 29 de junho, a Igreja celebra a festa de São Pedro e São Paulo, apóstolos e mártires de Cristo; sua memória é honrada especialmente em Roma, onde seu sangue foi derramado como testemunho por Jesus Cristo e pelo Evangelho.

O túmulo de São Pedro é venerado na basílica de São Pedro, no Vaticano, e fica bem debaixo do altar principal, onde o Papa celebra. São Paulo foi martirizado fora da cidade de Roma e, segundo uma tradição confirmada por estudos recentes, foi sepultado no lugar onde o imperador Constantino fez edificar uma basílica dedicada ao Apóstolo. Ela leva o nome de “São Paulo fora dos Muros”.

O Papa, que também tem o título de bispo de Roma, é sucessor de Pedro e tem a missão de congregar a Igreja inteira na unidade da fé e da caridade. Seu “primado”, na Igreja, significa que ele é revestido daquela mesma autoridade especial que Jesus confiou a Pedro em meio aos demais apóstolos. Como sucessor de Pedro, cabe-lhe confirmar os cristãos na autenticidade da fé e da tradição dos apóstolos. Estar com o Papa é estar na comunhão da fé recebida dos apóstolos e ter parte na “herança espiritual” de toda a Igreja. 

Mas a missão do Papa também tem a ver com a do apóstolo Paulo, que representa a dimensão missionária da Igreja. Como diz o Cardeal Odilo Scherer em artigo publicado no site da Arquidiocese de São Paulo ainda em 2016, “enquanto Pedro cuida da unidade da Igreja, Paulo parte em missão… E o Papa faz ambas as coisas: pastoreia o rebanho na unidade e na caridade e o envia constantemente em missão”.

A comemoração de São Pedro e São Paulo é prevista para o dia 29 de junho a  cada ano; nos lugares onde esse dia não é feriado, como no Brasil, a festa é celebrada na liturgia no domingo seguinte. Neste ano, será no dia 30 de junho. A festa também é conhecida na Igreja como “dia do Papa” e os católicos do mundo inteiro rezam pelo Papa, de maneira especial; e também ofertam o “óbolo de São Pedro” na missa que frequentam. 

O óbolo de São Pedro é uma oferta em dinheiro, que se destina a apoiar a caridade feita pelo Papa, em nome da Igreja. Com esse gesto de partilha de todos os católicos, ele pode socorrer muitas pessoas e organizações em situação de necessidade em todo o mundo.

Não esqueçamos de rezar pelo Papa Francisco, pastor que o Espírito Santo deu à Igreja de Cristo neste tempo da história. Com ele somos chamados a caminhar, em unidade e comunhão. E, como ele mesmo pede, rezemos a favor de sua missão como sucessor de Pedro. 

 

E aqui vão algumas dicas para a Pascom preparar bem o Dia do Papa:

1 – Preparar uma série de posts sobre os papas na história da Igreja

2 – Organizar cards, materiais e até reportagens sobre o Papa Francisco e seus documentos

3 – Utilizar das redes sociais, dos murais e dos telões para ressaltar a importância da comunhão com o sucessor de Pedro

4 – Criar uma campanha paroquial ou diocesana de oração pelo Papa e engajar por meio de cards e vídeos

 

Por Felipe Padilha

 

Festas juninas: a importância da cultura do encontro, da confraternização e da fraternidade na vida comunitária 

Junho é o mês das tradicionais festas juninas, mês dos santos juninos São João, São Pedro e Santo Antônio e momento de comemorar o encontro dos amigos e das famílias, confraternizando-se em torno da grande mesa da celebração do abraço e do sorriso.

Mesmo que se o seu santo padroeiro não for um dos três citados, celebrar a cultura junina é pauta cativa nos planejamentos paroquiais. Nossas comunidades se vestem de alegria, preparam comidas típicas, ensaiam danças regionais e brindam a fé em uma só voz.

Nas comunicações, além de divulgar as festas juninas paroquiais, é possível aproveitar o momento para a criação de conteúdo que promovam o encontro e a confraternização.

  • Promova um concurso da melhor fantasia de caipira com o melhor casal, melhor noiva, melhor padre entre outros;
  • Divulgue painéis de fotos das festas. Durante as atividades, façam as fotos e postem nas redes sociais marcando as fiéis, provocando mais engajamento;
  • Mostrem os bastidores das festas, divulgando o “pessoal da cozinha” e quem são essas mãos abençoadas que fazem as deliciosas comidas;
  • Façam um painel do beijo online, com mensagens especiais divulgadas nos reels do Instagram, com filhos e pais, maridos e esposas compartilhando mensagens de carinho e amor.

O momento é reforçar o encontro e fazer das festas juninas, pontes de conexão entre as pessoas.

Por Marcelo Godoy