Arquidiocese de Maceió recebe palestra sobre Comunicação e Igreja com Irmã Joana Puntel

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Entender melhor o conceito de Pascom e sua identidade. Foi com esse objetivo que a Irmã Joana Puntel aterrissou em terras alagoanas para uma palestra no último dia 28. O encontro promovido pela Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Maceió reuniu não somente agentes, mas o público em geral no Seminário de Nossa Senhora da Assunção.

Com o título “Igreja e Comunicação”, a pós-doctor, abordou os caminhos percorridos pela Igreja desde o Concílio Vaticano II, até chega ao Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil. “É importante destacar essa estrada percorrida com seus avanços, dificuldades e reflexões”, disse.

Irmã Joana lemb rou que a Comunicação é a tarefa essencial da Igreja. “Somos chamados proclamar a Boa Nova do Evangelho e a Pessoa de Jesus Cristo”. Destacou que a sociedade atual traz novos desafios na maneira de evangelizar. “Devemos ficar atentos a isso. A mensagem sempre será a mesma, o que muda são os meios em que ela é transmitida”.

Ela também lembrou que o trabalho da Pastoral da Comunicação deve está alicerçado nos eixos propostos pelo Diretório. “Temos a Formação, Produção e Articulação, sendo que o quarto deve unir todos eles, que é a Espiritualidade. Precisamos criar essa identidade em nossas Pascoms”.

Para Maria Cícera, coordenadora da Pascom Arquidiocesana, esse foi mais um momento enriquecedor para a Igreja Particular. “Em parceria com a coordenação da Pascom no Regional Nordeste II, em especial a Irmã Joelma Pinto, conseguimos trazer a Irmã Joana e ressaltamos a importância da formação para os agentes da Pastoral da Comunicação”.

Esta é a segunda vez que a Arquidiocese de Maceió recebe a pós-doctor em Comunicação. No ano passado, ela esteve durante a Semana de Comunicação, que durante quatro dias, recebeu o Clero, profissionais da área, catequista, seminaristas e agentes da Pascom para refletir os estudos e pensamentos da Igreja acerca da Comunicação.

Carolina Azevedo, da Paróquia de São Maximiliano Kolbe, considerou que a formação foi de extrema importância, não só para quem atua como comunicação, mas para toda a igreja. “A formação aborda questões quanto à própria identidade, a raiz de cada pessoa. Quanto à comunicação, foi importante ressaltar a necessidade de ser missionário dentro do serviço de uma pastoral que por muitas vezes é visada apenas tecnicamente”.

Sobre o Autor: Alex

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