Avaliar e planejar para evangelizar mais

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Quando chega o final ou o início do ano, as pessoas costumam fazer um balanço da vida: o que foi feito, o que deixou de fazer, o que poderia ter sido melhor e, ao mesmo tempo, traçam as metas para os próximos meses. Uns querem emagrecer, outros prometem que vão à academia rigorosamente, há os que dizem que vão em busca de um novo trabalho, outros dizem que vão rezar mais… Mas, e na pastoral, é necessário avaliar e planejar as ações? Certamente que sim!

Na Pastoral da Comunicação não é diferente, seja em âmbito de equipe regional, diocesana ou paroquial. Final ou início de ano, é tempo propício para a equipe se reunir, dedicar horas para analisar as atividades que foram realizam realizadas nos últimos meses, bem como pensar, racionalmente, quais ações realizar, melhorar e quais inovações podem ser incrementadas no trabalho.

Avaliar requer paciência e discernimento para compreender os ‘porquês’, longe de ser algo mecânico. Não basta apenas listar o que foi feito durante o ano, mas se o que foi feito está sendo útil, se, no caso da Pascom, está ajudando a evangelizar, através da comunicação.

O planejamento, por sua vez, exige da equipe pensar “racionalmente”. Há algumas perguntas que, quando respondidas, mostram o caminho para a montagem do plano, seja ele a curto, médio ou longo prazo: o que fazer? Para quê? Como e quem fazer? Com quais recursos?

Avaliação e planejamento andam juntos. Vale considerar que toda avaliação leva a um planejamento e todo planejamento leva a uma avaliação. Quem avalia e não planeja o que fazer para superar situações e transformar realidades, corre o risco de não chegar a lugar algum. Por isso, é aconselhável que cada equipe paroquial, diocesana e/ou regional da Pastoral da Comunicação dedique um tempo para refletir sobre o que tem feito e quais pontos precisa avançar, para levar a boa notícia a mais lugares e pessoas. E neste “levar a boa notícia” é fundamental considerar que o Papa Francisco tem insistido tanto, desde o início de seu pontificado: a cultura do encontro. Não basta investir tecnicamente nas transmissões, ao vivo, das celebrações litúrgicas, no registro fotográfico dos eventos, ter programas de rádio com muita audiência… É fundamental que as equipes da Pascom planejem ações que favoreçam a comunicação humana, o diálogo, o encontro fraterno entre as pessoas.

Sobre o Autor: Cacilda Medeiros

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