Histórias que movem a Pascom: Pe. Manoel conta sua trajetória

“A Pascom é o poste que segura a luz que ilumina a Igreja”.

Esta é a definição de Pascom para o Padre Manoel Filho, da Arquidiocese de Salvador e coordenador nacional da Pastoral do Turismo. Ele é uma destas pessoas que ajudam e ajudaram a construir esta grande rede de evangelização e anúncio da Boa Notícia, que é a Pastoral da Comunicação.

Pe. Manoel conheceu a Pascom quando ainda era estudante no Instituto de Teologia, da Universidade Católica de Salvador, nas aulas de planejamento pastoral e Pastoral da Comunicação, com a Irmã Patrícia Silva. “A Irmã Patrícia é uma irmã paulina, professora no instituto na época. Este foi um dos primeiros contatos que tive com a Pascom. Isso há mais de 25 anos”, conta. O gosto pela comunicação, despertado em sala de aula foi além e, ainda no tempo de seminário, já como estágio pastoral, acabou se consolidando. “Foi quando pude acompanhar a Irmã Patrícia na elaboração de cursos, oficinas e, então, pude aprender um pouco sobre a Pascom”, lembra.

Pascom Salvador, 2002. Com a segunda jornalista da Pascom, Marilda Ferri.
Pascom Salvador, 2002. Com a segunda jornalista da Pascom, Marilda Ferri.
Por 14 anos, o Pe. Manoel foi Coordenador da Pastoral da Comunicação na Arquidiocese de Salvador. Neste tempo, também fez parte da equipe de reflexão da CNBB, no período em que Dom Orani Tempesta era o bispo referencial da comunicação. “Foi um grande tempo de aprendizado com o próprio Dom Orani, com os membros da equipe, entre eles: Irmã Helena Corazza, Irmã Joana Puntel, Elson Faxina, entre tantos outros. Foi, realmente, um período muito rico”.

 

Fatos que ficam marcados na memória

Para o Pe. Manoel, muitos são fatos, os momentos que ficaram marcados em sua memória do tempo em que esteve atuando na Pascom. “Difícil escolher um só, mas, entre eles, lembro da primeira vez que participei do Muticom, que foi a segunda edição do evento, realizado na Lapa (em São Paulo). Lá pude ter uma dimensão do que era a Pascom”, lembra o padre. Segundo ele, a alegria foi tanta que serviu de motivação para o trabalho realizado no momento em que a Arquidiocese de Salvador foi a organizadora do evento, outro momento que ficou marcado em sua memória. “Nos candidatamos e o pedido foi aceito. Foi um empenho e um trabalho  muito grande, além de um aprendizado enorme. A gente não tinha estrutura nenhuma pra fazer o encontro que acabamos fazendo. Sentimos, neste momento, a mão poderosa de Deus agindo sobre nós. Passávamos as madrugadas preparando as coisas de forma muito artesanal, para o encontro que acabou sendo bem grande, com o apoio de muita gente”, relata.

Projeção nacional

Com um trabalho solidificado e empenho de todos, a Pascom da Arquidiocese de Salvador passou a dar novos passos, como, por exemplo, a realização do programa Igreja no Brasil. A proposta foi tão boa que ganhou projeção nacional. “Em um gesto de confiança muito grande da Irmã Patrícia para conosco da Pascom de Salvador e da própria CNBB, nos foi pedido para que fizéssemos uma articulação entre as TVs católicas, para gerar um programa nacional da CNBB. Foi uma experiência muito bonita que nós tivemos, mesmo com nossa pobreza, com nossa fraqueza, mas sempre Deus agindo”, conta.

Uma pastoral que ajuda a iluminar as ações da Igreja

As relações humanas, interpessoais, as amizades, que tornaram-se maior que as distâncias geográficas, são o que permanecem da Pascom, conforme o Pe. Manoel. Segundo ele, para dizer o quanto a Pascom é especial em sua vida, ele cita uma frase que costumava dizer em suas formações: “A Pascom é o poste que segura a luz que ilumina a igreja. Ela ajuda a iluminar as ações da igreja. A Pascom não existe para si, existe para a Igreja, para anunciar a Boa Nova, através de palavras e, acima de tudo, ações”.

Gratidão

A coordenação nacional da Pascom é grata ao Pe. Manoel Filho (para nós, Mané…) pela generosidade de sempre e por ter ajudado nos primeiros passos de estruturação dos trabalhos, contribuindo na primeira reunião de planejamento após a eleição, em novembro de 2018. 

 

(Entrevista: Marcus Tullius; texto: Greice Pozzatto; fotos: reprodução) 

 

Sobre o Autor: O Estagiário

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