Retrospectiva 2017 da Escola Diocesana de Comunicação – Diocese de Criciúma

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Conhecer Jesus e as maneiras de levá-lo aos irmãos impulsiona as metodologias eficientes para a Comunicação a serviço da pastoral, favorecendo maior abrangência de evangelização.  Neste conhecer, o Dia Mundial das Comunicações Sociais nos convida a levar o Evangelho e interagir entre as diferentes esferas sociais, culturais e entre as ações da igreja.

Falando em PASCOM concluímos que sua base deve estar também na gestão de demandas e relações interpessoais entre as diferentes pastorais com o objetivo de perceber e responder ás necessidades, levar a boa nova, proporcionar eventos ou divulgá-los e acima de tudo buscar bases sólidas que contemplem os documentos da igreja.

Liturgia e Comunicação é um dueto incrivelmente inspirador, uma catequese constante e com necessidades de observar, respeitar, resgatar, inserir pessoas que se apaixonem por Cristo, mantendo a harmonia dos Espaços Sagrados. É Como canto que inebria as almas e trazem a alegria e a calma.

Na catequese, observa-se uma ligação pertinente, porque ela deve estar sempre se atualizando, talvez a curtos passos, mas se há diálogo, a obra pela ação cresce.

A Semana da Família, o Muticom e a Jornada das Águas foram belas oportunidades de integração, de ser como Jesus, que vai ao encontro, que se senta entre estranhos e ama-os como filhos, que percebe o próximo, que evidencia a marca do cristão comprometido e que quer estender este amor fraterno pela nação. Que cuida do bem comum e entende a importância de sermos vários em um.

Quanto ás mídias sociais, há que se perceber eventuais equívocos e análise constante, crítica e participativa, como sugere a educomunicação, com atenção ás emergentes necessidades para que seu uso seja de reprodução, acesso, criterioso e que mova as pessoas “ do pensar assistente para o pensar produtor”.

Chegando finalmente na Comunicação Pessoal e Grupal, chama-nos a atenção o olhar para si mesmo, introspectivamente, perguntando-se: como e para que comunico? Vivo o que comunico?

Dessa etapa, então, passamos a seguinte que é a comunicação para o grupo, a interação em massa, perguntando-nos: como estamos abordando as pessoas ou questões, em seu meio e cultura, em suas possibilidades de acesso? Geramos credibilidade, mantemos a palavra e as datas dos compromissos assumidos? Qual é a imagem que passamos onde atuamos?

O período do aprendizado de nove meses com um encontro mensal é muito curto, mas as formações em diversos setores, as mídias e redes confiáveis, as leituras dos documentos disponíveis em nossas paróquias , comarcas e  dioceses, as observações das práticas, formam bons alicerces e nos deixa o livre arbítrio para as adaptações segundo nossas realidades.

Como alunos, agentes da comunicação, líderes de pastorais, clero, leigos atuantes, independente das classificações e hierarquias, devemos ter como objetivo fazer o melhor para e com Jesus Cristo.

Confraternizando o primeiro ano de Pastoral e da Escola Diocesana de Comunicação, trabalhamos com o objetivo de que os participantes se sentissem a vontade, em casa.  Que Jesus se mostrasse em cada detalhe, pela Liturgia, pelo canto, pela alegria e olhares, pelo esforço em fazermo-nos presentes e ter um tempo de lazer, de tentar maior aproximação e unir forças na oração.

Precisamos usufruir melhor dos nossos dons, exercer mais a misericórdia, alimentar o fervor cristão, enxergar o próximo e incentivar em suas limitações. Amar é gratuidade, disponibilidade, ser o melhor dentro do que podemos praticar. Dizer sim a vida, escutar no silêncio, agradecer na dor, clamar na angústia, perseverar e rezar por toda a caminhada. Pedir ajuda quando sentir-se enfraquecido e acolher no abraço as mudanças não planejadas. Não ter medo frente ao infinito e o desconhecido das estradas. Que nossa comunicação seja Jesus falando em nós e a caridade esteja em nosso Porto, onde o coração impulsione o grande barco e neste barco Jesus  tenha o controle do leme, nas águas ora refrescantes, calmas e noutras escuras e agitadas.

Que sejamos como as águias, que tenhamos visão aguçada, vendo além do que é óbvio, que tenhamos atitudes firmes para agirmos diante dos obstáculos. Deuteronômio (32: 11,12): “como a águia desperta sua ninhada, se move sobre os seus filhos e estende as suas asas, toma-os e os leva sobre as suas asas; assim só o Senhor o guiou e não havia com ele Deus estranho”.

ERISMAR CREMA PASCOM – Paróquia São José – Diocese de Criciúma – SC          

Sobre o Autor: CNBB Nacional

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